sábado, 15 de março de 2014

GÊNESIS 2:24 (O Ensaio de Aline Prado para a Playboy)

            “Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe e se apegará à sua esposa, e tornar-se-ão uma só carne”, consta em Gênesis 2:24.
            Dado que, após obsequiar a Adão com uma mulher, Deus lhe deu uma orientação, composta por duas implícitas informações.
            Cuja primeira surge da seguinte questão: “Se a sua existência resulta de uma experiência Divina, por que é que Adão foi aconselhado a deixar seus progenitores?”
            Talvez, para formular um pensamento atemporal.
            Que o instigue a tocar o seu futuro rebento para fora de casa, assim que o cujo complete dezoito anos.
            Um filho que flui da segunda informação: “tornar-se-ão uma só carne”.
            A qual, em sentido literal, instrui o casal a arregaçar suas genitálias e se acasalar. E que, de modo figurado, se confirma na perpetuação da espécie.
            Contudo, para tal, requerida é uma mulher que faça jus à façanha. Cuja existência, por si só, já baste. Detendo um passado que seja ignorável e um futuro que se dilua na incógnita. E só gere o desejo de lhe batizar o útero com um moleque.
            Todavia, Aline Prado, a estrela do mês, está nesse naipe. Tanto que, de 2006 a 2013, sob a alcunha de Globeleza, se tornou o signo vivo do carnaval brasileiro.
            Carnaval que, na edição de Nº 465 da Playboy de fevereiro de 2014, foi contemplado pelo olhar da fotógrafa Autumn Sonnichsen. Que olhou para a sua manhã. Ou ao período em que cada partícipe da folia tem a vista castigada pela dor que é causada pelo brilho intenso de um Sol de verão.
            Iniciando-se na Praia do Pernambuco, no Guarujá. Onde Aline recupera o sono perdido. Visto que ainda traja seu uniforme de “histriã”. Ou, apenas, 50% dele. Já que está sem as calças. Dando a entender que terminou a primeira noite de samba e alegria na mais sórdida orgia.
            Então, depois de desperta, se livra da veste e se ergue com o lombo empanado pela areia. Como uma fictícia escultura. Que, após ser lavada pela maré, mantém a sinuosidade que só pode ser alcançada pelas mãos de um hábil artista.
            Consequentemente, Aline tira o sal do couro com a água de uma mangueira. A qual também utiliza para refrescar seu “instrumento de balada”. Uma vagina que, em função da ausência de pelos e do discretíssimo clitóris, se resume a uma profunda fenda.
            Na sequência, mata a larica, ao devorar um cachorro-quente. E, provavelmente, se recorda na noitada, ao chupar o catchup que lhe lambuza o indicador da mão direita.
            Sem mais, vai para a quadra da Vai-Vai. Para se fantasiar de nudista, com o fim de atiçar o instinto reprodutivo de cada varão, que varará a noite, no Anhembi.
            E, por fim, na manhã seguinte ao desfile, volta ao Guarujá. Onde tira a calcinha, antes de entrar em um Gol GTi 1993 – Amarelo Sunny. Oferecendo, assim, por um último momento, a bunda à apreciação de quem se interesse. Para, então, no interior do veículo, umedecer o dedo médio, em sua rosada língua, no prenúncio de uma siririca.



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sexta-feira, 14 de março de 2014

CAFÉ, ALMOÇO E JANTAR (O Ensaio das Belas da Praia para a Playboy)

            Em Drácula, seu livro, publicado em 1897, Bram Stoker fez alusões a várias lendas do Leste Europeu. Como a das Sudice. Três velhas que se aproximavam de um recém-nascido e profetizavam o seu destino.
            Que ele reeditou como as “Irmãs Estranhas”.
            Ou talvez, as herdeiras de Lilith.
            Sim, daquela que, segundo a mitologia judaica, foi a primeira consorte de Adão. E que, porque, como o dito, também era oriunda do “barro”, quis impor o seu matriarcado. O que não foi aceito. Levando-a a se exilar no plano astral.
            Contudo, sua fama foi conservada sob a alcunha de um “bicho-papão”. Primeiro, com a incumbência de devorar as crianças desobedientes. Em segundo, as acompanhando durante a adolescência, como um “agente ‘antimasturbação’”. Um Súculo! Que as excitaria no campo onírico, com o fim de levá-las à prática do onanísmo. E comprometê-las religiosamente; tal qual como consta em “Gênesis 38:6-10”.
            Todavia, a troica de beldades libidinosas e munidas de habilidades paranormais tomou o espaço que o “geriatrismo fantasmagórico” amealhara e se perpetuou, principalmente, por meio da “Sétima Arte”. Em filmes que mesclam terror e ação, como “Van Helsing”, e até em películas românticas, como as “Bruxas de Eastwick”.
            Assim, na edição de Nº 464 da Playboy de janeiro de 2014, a sombra das Irmãs Estranhas voltou a atiçar a lubricidade masculina, por acidente. Com a vantagem de que, por ser “de maior”, o leitor não precisa se preocupar com bobagens. E, portanto, pode por as mãos na obra e folhear a revista.
            Vendo que, sob o olhar do fotógrafo Sergio Kovacevick, Fernando de Noronha se tornou o “passo seguinte” para as divas que, em 2013, dividiram o título de “Bela da Praia” – uma espécie de “Miss Brasil” do litoral.
            Contudo, derrapando na proposta. Que era a de estimular a imaginação do leitor com um ensaio “assexuado” e com poucas fotos.
            Assim, lhe ofertando a fantasia erótica que resulta de um algoritmo em que se combinam três mulheres nuas e uma ilha deserta.
            Três mulheres que, dentro da ideia, deveriam ser mantidas em distintos pontos da localidade, com o fim de que seus ciclos menstruais não se calibrassem. E, com isso, ter uma para o “café da manhã”, outra para o “almoço” e a última para o “jantar”.
            Logo, começando por Veridiana Freitas. A que melhor se adequou ao conceito do ensaio. Ao interpretar os trejeitos da menina que, por falta de malícia, não vê problema em saracotear pelada pela praia. Sendo que, a despeito da dramaticidade, ela também destoa das demais no que se refere à cabeleira; que, ao contrário das duas morenas, se aparece com uma crina loira. Mas se equipara nos seios – que são esculturas em silicone – e na depilação “brasileirinha” – que, no seu caso, revela uma “ingênua genitália”.
            Consequentemente, Fernanda Lacerda conseguiu ser a mais desinibida das três. Ao declarar que, “certa vez, invadiu a cabine de um guarda-vidas para trepar com o namorado”. E, também, por carregar no olhar a austeridade da fêmea que não se acanha na hora de saciar as carências da pele. Uma pele que, por conta da parcimônia de imagens, não foi devidamente explorada.
            Por fim, ao término da “escala alimentícia”, está Aricia Silva. Que, por onde quer que ande, anda sempre no cio. Já que a largura do seu quadril revela sua vocação para “mulher parideira”.



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QUE FIM LEVOU? (O Ensaio de Thaíz Schmitt para a Playboy)

            O jornalista Milton Neves se notabilizou por transformar besteira em notícia.
            Contudo, ao se unir a retórica de Mauro Beting – seu colega, na Rádio Bandeirantes – com o axioma que José Simão – o colunista da Folha de São Paulo – perpetrou (de que o Brasil é o país da piada pronta), se conclui que, em território nacional, não há uma notícia que não seja besteira.
            E assim, o dito se tornou o guardião do segmento futebolístico da crônica esportiva brasileira. Ao rebatizar a ideia de “antes & depois” com o nome de “Seção ‘Que Fim Levou?’”. Na qual, por meio do veículo em que se empregue, veicula as fotos, no auge e na decrepitude, de ex-jogadores e alguns jornalistas no meio.
            Todavia, na edição de Nº 463 da Playboy de dezembro de 2013, a publicação celebrou seus 60 anos com um exercício subjetivo do gênero.
            Primeiro, com a evolução estética de Thaíz Schmitt, a estrela do mês. Que, em dezembro de 2008, em companhia de Ana Lúcia e Márcia Spézia, nas páginas principais da publicação debutou. E que, num hiato de cinco anos, migrou de uma silhueta graciosamente robusta para uma agressivamente enxuta.
            Em segundo, devido à releitura que o fotógrafo Marlos Bakker faz das fotos históricas da publicação.
            A começar pela capa. Que revive a edição de dezembro de 1982. Em que a Xuxa exibe seu lombo. Uma bunda que, no caso de Thaíz, é do tipo que toda mulher deveria ter. Ou se conformar com o fato de que todo homem sempre quererá possuí-la.
            Depois, como na edição de agosto de 1995, em que Adriane Galisteu aparece “barbeando” seus pelos pubianos, Thaíz surge em uma pose que visível torna o piercing que lhe orna a vulva.
            Em relação às fotos de novembro de 2000, tal qual, Scheila Carvalho o fez, Thaíz interage com uma goma de mascar, de modo a simular o desfecho de uma felação.
            Entretanto, as fotografias tomam um rumo mais épico do que libidinoso. Com referências fracas a Marilyn Monroe, em dezembro de 1953, à Claudia Liz, em agosto de 1991, Anna Nicole Smith, em junho de 1993, Pamela Anderson, em julho de 2001, e Joana Prado (a, então, Feiticeira), em dezembro de 1999.
            Agora, quanto ao material de agosto de 1999, como Deborah Secco, ela demonstra não ter reserva em relação ao arejamento explicito da vagina.
            Consequentemente, em referência ao ensaio de novembro de 1984, é reeditada a foto polêmica de Christiane Torloni. A qual, à época, fez muito sujeito atento jurar que viu, entre o sombrio rego da cuja, um excitante ânus. E, em que, para os atentos da atualidade, também há a imagem de um delirante ânus.
            Em seguida, há uma sequência que, de novo, apenas serve para “encher (ou esvaziar) linguiça”. Com alusão à Alessandra Negrini, em abril de 2000, à Cindy Crawford, em julho de 1988, à Suzana Alves (a, então, Tiazinha), em dois momentos, em março de 2000, à Naomi Campbell, em dezembro de 1999, à Karina Bacchi, em dezembro de 2006, Cleo Pires, em agosto de 2010, e Mariette, em novembro de 1988.
            Então, há a “podolatria” de outubro de 1999. Quando Angela Vieira chupou o próprio hálux. E que, no caso, presta para que se possa apreciar o piercing de Thaíz.
            Por fim, há uma menção à Ellen Rocche, em novembro de 2001, e o momento em que Thaíz torna esquecível a inesquecível bunda de Juliana Paes, de maio de 2004.



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ALPHAVILLE (O Ensaio de Meyrielle Abrantes para a Playboy)

            Em 1965, lançado foi “Alphaville”. Um filme cuja direção foi assinada por Jean-Luc Godard e que trata de uma sociedade em que as palavras são subtraídas do vocabulário, com o fim de forçar o cidadão a abdicar de sua personalidade e se ajustar a um determinado padrão de conduta.
            Ou seja, é a premonição da engenharia social que a esquerda erigiria nos países da América Latina. Ao se infiltrar nos meandros culturais de cada nação e promover, por osmose, aquilo que na China se chamou de “Revolução Cultural”.
            Porém, no Brasil, o negócio foi de “Mao” a pior. Pois o socialismo se mesclou com a brasilidade e virou um chorume. Dado que, sob as barbas do sócio construtivismo, o desenvolvimento intelectual do brasileiro foi atravancado por uma série de interferências que só serviram para lhe turvar a imaginação com um festival de afetações. Desapercebidamente, fazendo-o a ter o “sarcasmo ‘infantiloide’” como uma declaração de sagacidade.
            Assim, transformando o país em uma personificação de Alphaville.
            Onde a comunicação foi sendo reduzida a um emaranhado de eufemismos, enquanto as palavras foram surrupiadas do cotidiano, por meio de uma doutrinação que ficou conhecida sob a alcunha de “Politicamente Correto”.
            Posto que um exemplo disso está na capa da edição de Nº 462 da Playboy de novembro de 2013. Em que Meyrielle Abrantes, a estrela do mês, aparece sentada de frente para o espaldar de uma cadeira. Ofertando uma generosa bunda ao olhar dos incautos. Um par de glúteos que, por certo, levaria Roman Polanski a imaginar a mais sórdida sodomia. E que, ao passar pelo crivo de um cidadão mediano brasileiro, seria interpretado como o desejo de colocar o “pipi no popô”.
            Ademais, até o momento que antecede essa expectativa, Meyrielle traçou um itinerário que se iniciou há 10 anos; ao receber o título de Miss Vitória de Santo Antão. Posteriormente, conquistando a coroa de Miss Pernambuco. E, por ter mais corpo do que talhe, parando na primeira etapa do concurso de Miss Brasil.
            Voltando à ativa, agora, na sede paulistana do Iate Clube de Santos. Onde, sob o olhar de J. R. Duran, viveu uma sinhazinha pós-moderna, em um ensaio marcado por tons amadeirados. Já que a imponência colonial do cenário se une à exuberância do seu corpo. Contudo, com um cunho íntimo. Sem vulgaridade. Como se fossem fotos particulares. Do tipo que uma mulher recatada faz para eternizar as benesses da juventude. E que, em um momento de singularidade, compartilha com uma amiga ou com o marido. Mas que, em um instante de desembaraço, mostra para algum colega do filho, a fim de lhes estreitar a intimidade.
            Sendo que, de entrada, ela exibe um item que há tempo não é visto nas páginas principais da publicação: pelos pubianos. Que, embora sejam poucos, amenizam a saudade. Depois, há o rastro de um minúsculo biquíni, em sua bronzeada pele, que demonstra a sua preferência por praias convencionais. Na quais é um “açougue” aos olhos dos famintos. Porém, é no “filé-mignon” que está o entrave. Pois o “corte” está no limite da sua desinibição. Visto que, durante o ensaio, a dita se vale da robustez para ocultar a vulva.



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CULATRA (O Ensaio de Pietra Príncipe para a Playboy)

            Em 1997, lançado foi “Jackie Brown”. Um filme cuja condução ficou ao encargo de Quentin Tarantino. O qual, para tal, tirara sua trama de “Rum Punch” – um romance escrito por Elmore Leonard e publicado em 1992. Por meio do qual, ele aproveitou para fazer uma homenagem à “Foxy Brown” – uma película dirigida por Jack Hill e veiculada em 1974.
            Posto que, entre as obras, além de um sobrenome em comum, há atriz que as protagonizou: Pam Grier. Que, após um hiato de vinte e três anos, passou de uma justiceira a uma bandida. Trocando o frescor da juventude pelo charme de uma vida à margem da lei.
            Dois motes que foram unidos na edição de Nº 461 da Playboy de outubro de 2013. Porém, com um agravante: foram atados pela “canastrice”. Já que, sob o olhar da fotógrafa Autumn Sonnichsen, Pietra Príncipe, a estrela do mês, incumbida foi de encarnar a personagem em que se fundem.
            Contudo, sua inépcia interpretativa se desnuda logo na capa da publicação. Onde, ao término de uma madrugada paulistana, sobre um heliponto, ela está. E, por estar desprovida de trajes, da cintura da para baixo, dá a entender que saiu apressadamente de algum lugar. Somando-se a isso, a pistola que mantem em riste. Que não aparenta ser o indicador do desdobramento de uma atividade lícita. Entretanto, dado à sua falta de domínio da arte dramática, também não representa uma ameaça. E, por isso, por meio de uma jocosa conjectura escatológica, leva ao entendimento de que a sua verdadeira arma está apontada para o outro lado.
            Tudo devido ao fato de que Pietra chegou ao destino certo, pela via errada. Ora que ela é típica mulher que nasceu para “viver na horizontal”; e não, para “morrer na vertical”. Como o faz ao exercer o ofício de comentarista sexual em alguns programas do Multishow. Em que é o ícone televisivo do “erotismo frozô”. Uma vertente da libertinagem que toda mãe quer que o filho veja, com o fim de que não venha a vê-lo flertar com a “viadagem”. Mas que, no entanto, não o estimule a conhecer o lado bom do machismo.
            Assim, a fim de dar continuidade àquilo que a consagrou e, ao mesmo tempo, replicar a fórmula aplicada à edição precedente, a direção da revista ignorou a sua falta de convencimento e a jogou dentro de uma nova fotonovela.
            Em que, inicialmente, a cuja sequestra um helicóptero. Sempre tendo a beleza do rosto pela da do resto corpo em companhia. Um corpo que, por se tratar da carcaça de uma delinquente dada a peripécias bélicas, aparenta estar intacto. Pois se vê que seu único orifício identificável é o umbigo.
            Depois, em um hotel, ela reforça o pouco apego que tem por calças e calcinhas, em uma sequência em que cada qual dos envolvidos recebe o seu devido quinhão. Posto que, enquanto a dita usufrui do dinheiro e das joias que roubou, o leitor desfruta de vários ângulos da bunda dela. Podendo até ver a réstia de sua discreta vulva.
            Pelas ruas de São Paulo, consequentemente, de carona em um Chamonix Spyder 550 S vermelho, ela areja os peitos, ao empreender uma fuga.
            Fuga que para o motorista termina de modo trágico. Com ele amarrado, amordaçado e desfalecido, dentro do veículo.
            Quanto a ela, se finda na penumbra de uma casa noturna. Onde, sob uma peruca Chanel preta, ela se traveste de “stripper”, com o fim de se ocultar.
            E, por fim, em um momento anacrônico, a trama se encerra em seu início: sobre o heliponto da Editora Abril. Quando, com o raiar do dia e o Rio Pinheiros ao fundo, ela se despede, de forma deseducada, dando as costas ao leitor.



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METE BRONCA (O Ensaio de Aline Franzoi para a Playboy)

            No “Kama Sutra” há um capítulo que carrega o seguinte título: “Sobre Mulheres Agindo Como Homens”. Que instrui a concubina a se tornar ativa durante o concurso sexual, com o fim de que, em função de uma eventual exaustão, seu parceiro não receba menos prazer do que merece.
            O que também pode resultar de uma curiosidade mútua.
            Tratando-se, apenas, de uma inversão de funções; e não, de axiomas.
            Com isso, se preservando a máxima de Nelson Rodrigues: de que “com exceção das normais, nem toda mulher gosta de apanhar”.
            E, em decorrência disso, principalmente, nos Estados Unidos da América, se difundiu a prática da “Luta Livre Mista”. Em que um cidadão paga para ser subjugado por uma mulher. A qual, com pouca, quando não, nenhuma roupa, o humilha em um combate; em que o cujo crê que é homem apenas por causa de um acidente fisiológico.
            Ou seja, o mote que de “norte” serviu para a edição de Nº460 da Playboy de setembro de 2013. Posto que Aline Franzoi, a estrela do mês, é conhecida por exercer o ofício de “ring girl”, durante as lutas do UFC. Ofício que é capacitada a exercer devido à idoneidade que tem para atiçar a libido de uns e afrontar o sex-appeal de outras.
            Com o adendo de sua forte fisionomia italiana. Que acentuada é pelo olhar compenetrado que joga contra a câmera.
            Contudo, o cisma entre ficção e realidade é pontuado pelo colar “La Duquesa” que, teoricamente, impede que a sua nudez consumada seja.
            Sendo que tudo tramado foi pelo fotógrafo Christian Gaul. Que, inicialmente, se inspirou no fato de que “Aline” é o anagrama de “Alien” para utilizar, na capa da publicação, uma foto em que são detectados os códigos visuais que caracterizam o traço de H. G. Giger – o artista plástico que criou o “Oitavo Passageiro”.
            Depois, ele dá o ritmo de uma fotonovela estilizada ao ensaio.
            Começando no interior de uma limusine. Onde Aline aparenta acometida por um mal-estar estar. Talvez, causado por uma ansiedade. Cujas intempéries fazem com que adote uma postura defensiva, ao vedar sua “vergonha”.
            Do lado de fora do veículo, na cena seguinte, ela recupera a força e apresenta um porte mais agressivo. Mas que não se intensifica, por conta da sua depilação brasileirinha. Onde o clitóris some sob a semelhança que tem com uma cicatriz.
            Consequentemente, na cena sucessória, se inicia uma série de “frente e verso”. Que imita um catálogo esportivo. Com o corpo dela servindo de pivô para a exibição de produtos que podem ser aproveitados em qualquer academia.
            Entretanto, o que interessa é aquilo que pode ser utilizado em qualquer motel.
            Logo, junto às cordas de um ringue de boxe, Aline demonstra sua versatilidade, ao externar o equilíbrio que vinga entre os seios e as nádegas.
            Nádegas que são suculentas, como um par de mangas; enquanto que os seios fazem com que o mais maduro dos marmanjos se renda ao “Complexo de Édipo”.
            Depois, em um exercício nas argolas, em que parece ser regida por um titereiro, Aline refresca os desejos alheios com a suavidade de suas curvas.
            E, por fim, ela enfrenta a exaustão, ao se sentar em uma cadeira dobrável de aço.
            Uma cadeira que poderia ser autografada e vendida para algum pervertido. Que teria nela um elo com a intimidade de Aline.



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A ILHA DA FANTASIA (O Ensaio de Nanda Costa para a Playboy)

            Entre os ícones televisivos do Século XX está “A Ilha da Fantasia”. Um seriado que teve a trama esquematizada sobre a estrutura metafórica de um compasso. Posto que se apoiava sobre dois personagens permanentes e os circundava com histórias românticas.
            Como dupla principal tendo o Tattoo – que foi imortalizado por Hervé Villechaize –, como coadjuvante, e, como protagonista, o Senhor Roarke – que foi interpretado por Ricardo Montalbán.
            Logo, é um reflexo utópico da distopia cubana. Ora que, em Cuba, os turistas dispõem de meretrizes para realizarem suas excentricidades, depois, tanto quanto na série, a população é sempre ignorada, e, comumente, o Senhor Roarke é representado por Fidel Castro, enquanto o Tattoo está simbolizado na figura de Che Guevara.
            Tudo porque em um lugar em que (oficialmente) foi abolida a “luta de classes” vigora o “mais igual dos iguais”. O cidadão que é tão comum que (oficialmente) é quase invisível. Apenas distinguível sendo pelos sobrenomes “Castro” e “Guevara”.
            Como consta em “Habana Libre”. Um livro cuja autoria é do artista plástico Michael Dweck. Que, por meio de fotos em P&B, retrata o glamour da burguesia cubana. Ou seja, de uma juventude que se vale de sua ascendência para curtir as benesses daquilo que o sistema socialista condena, enquanto impõe aos demais os limites que venera.
            Assim, a edição de Nº459 da Playboy de agosto de 2013 esmiuçou um pouco da faceta mais nebulosa da ditadura cubana. Já que, sob o olhar do fotógrafo Bob Wolfenson, ela explora o desalento da prostituta cubana. Que, inicialmente, se entretém com a própria fome, com o fim de não se abater com a monotonia de esperar que um homem a queira. E, depois de exercitar o seu ofício, tenta não se importunar com a ideia de que outro a rejeite, por causa do cheiro que lhe impregnou a pele.
            E assim, o ensaio joga uma mulher com corpo de “direita” sobre um cenário de “esquerda”. Pois uma mulher que faz sexo em troca de um maço de cigarros jamais teria um corpo como o de Nanda Costa.
            Aliás, ela apenas acentua a decadência em que se afunda a ilha. Que é alardeada como uma consequência do “embargo norte-americano”. O que é uma falácia! Já que o responsável por isso é Fidel Castro. Que aparenta ser acometido por um distúrbio bipolar. Visto que, por um lado, ele se gaba de ter expulsado os gringos de Cuba, e, pelo outro, os culpa por não quererem voltar.
            Todavia, Nanda utiliza sua habilidade interpretativa para se tornar tão bagaceira quanto qualquer rapariga de Cuba. Tanto que, em algumas fotos, ela se confunde com os elementos da paisagem. Ao se “desmantelar” com o molejo típico de uma pessoa que se conformou com o fato de que a sua existência se reduziu à perpétua certeza de que a vida a abandonou. Com o adendo de que muito do seu charme está no meio de suas pernas. Onde paira um misto de fetiche com mistério. Pois a vagina é ocultada por uma vasta nesga de pelos.
            Doravante, em sua entrevista, Nanda relata dois distintos e inalienáveis episódios.
            Sendo que, no primeiro, há uma mostra da dialética esquerdista. Quando uma sessão de fotos, na praia de Malecón, interrompida foi por um policial, que ultrapassou os limites da sua autoridade e achacá-la com um “chaveco”. Pois, ao reconhecê-la como a estrela de uma novela, disse: “Pena que não posso tirar uma foto contigo, pois estou fardado”.
            No segundo, ela descreve a estirpe de um cidadão cubano. O qual, ante o inusitado, tem uma reação que se equipara com a de um chimpanzé, diante do que lhe é imponderável. Visto que o dito invadiu a barbearia, onde realizada era uma das sessões fotográfica, e “começou a gritar: ‘Te quiero, mi amor... Te quiero!’”; ao que ela, por fim, conclui: “Eu, séria, concentrada e pelada, e o cara falando putaria...”



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ANJOS & DEMÔNIOS (O Ensaio de Antonia Fontenelle para a Playboy)


            A capa da edição de Nº458 da Playboy de julho de 2013 é um compêndio de informações. Sendo que a principal, por uma questão de tino comercial, está na bunda de Antonia Fontenelle. Que aparece em função da sugestão do término de um strip-tease. Ou seja, do momento em que é acionada a lubricidade masculina. Pois é a hora em que toda mulher expõe sua fragilidade.
            Outro comunicado está na disposição das tatuagens dela. Que, por terem sido feitas de forma aleatória, fazem com que ela se assemelhe a uma criação do Dr. Frankenstein. Já que cria a ilusão de que ela foi montada com a perna de uma, a orelha de outra e, por aí, vai...
            Daí, se destacando a frase que foi tatuada no seu ombro esquerdo: “I can be angel or demon you choose”. Sem a vírgula que separaria o “capeta” de “você”. E que significa: “Eu posso ser um anjo ou um demônio, você escolhe”. A qual pode ser auferida como um argumento provocativo por quem ignora a própria ignorância. Pois o termo “anjo” – oriundo do latino “angelus” – se refere a uma espécie de “mensageiro”. Enquanto que o “demônio” – que tem sua origem no grego “daimonion” – equivale a um tipo de “gênio”. E que, no fim, são a mesma coisa: um intermediário entre o Criador e a criatura.
            Todavia, o conceito de dualidade se tornou nítido com a ascensão do cristianismo. Que formulou sua filosofia sobre a seguinte lógica: tudo que não está relacionado com Jesus está, automaticamente, associado com o Diabo. E, como o latim é seu idioma oficial, o termo grego foi demonizado. Relegado à conveniência daquilo que se interpreta como proveitoso ou não.
            Quando, na prática, o ato de tirar vantagem de uma indeterminada situação está atrelado à habilidade em alterar os códigos que a caracterizam, em favor de um determinado fim.
            Como no fatídico fim que foi dado à linguagem que Edson Aran incutiu nas páginas principais da Playboy. Ora que, após a edição em que Carol Narizinho foi a estrela do mês, ele deixou o cargo de diretor de redação. Cargo que foi ocupado por Thales Guaracy. Que, depois da publicação protagonizada por Thaís Bianca, iniciou uma transição de estilos. Estragando, em busca de uma nova meta, as revista cujos destaques foram as “Gatas do Casa Bonita” e “Tamara Ecclestone”. Quando, secundariamente, na primeira, trocou a tradicional entrevista da fotografada por pequenas notas. O que foi relevado; já que, no caso, se tratavam de várias fêmeas. E, na segunda, adaptou uma matéria estrangeira; em que tudo era legendado por um artigo. Ou seja, duas ideias que, na edição vigente, foram mescladas, com o fim de evitar qualquer indício de avacalhação. Mas que não rasuram a mancada mor: o fato de que, nesse hiato de dois meses, não houvesse a foto de uma vagina, sequer.
            Vagina que, aliás, Antonia não se avexa ao exibir. E, pelo jeito, até seria menos discreta, se as lentes de seu fotógrafo, J. R. Duran, estivessem a serviço de alguma obra sobre ginecologia. Posto que, aos 40 anos, na dita “Idade da Loba”, ela se encontra na fronteira que separa o fim da juventude do início da velhice. Onde as experiências adquiridas lhe servirão de alento ante os encantos que, pouco a pouco, irá perder.



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O QUE OS OLHOS NÃO VEEM (O Ensaio de Tamara Ecclestone para a Playboy)

            Em 1988, lançado foi “For Keeps” – que, no Brasil, chamado foi de “A Cegonha Não Pode Esperar”. Um filme que é dirigido por John G. Avildsen e que trata de um relacionamento que é oficializado por uma gravidez. Gravidez que é inesperada para os pais e indesejada pelos avós. E é por isso que a transição da trama ocorre durante um entrevero entre Darcy – personagem vivida por Molly Ringwald – e seu sogro, o Sr. Bobrucz – que é interpretado por Kenneth Mars. Em que o cujo desacata a nora com o seguinte argumento: “Senhorita, você precisa aprender a manter a boca fechada e as pernas cruzadas”.
            Em junho de 2013, na edição de Nº457 da Playboy, se viu que uma versão inversa desse raciocínio daria outro rumo ao ensaio de Tamara Ecclestone. Algo como: “Aprenda a manter a mente aberta e as pernas separadas”. Postos que as fotos deste mês poderiam ilustrar um manual de puritanismo. Porque, do pescoço para baixo, ela é um acinte a quem deseje folhear a revista com o intento de ter algum contento. A começar pela capa. Onde ela aparece com os joelhos juntos. E, consequentemente, apercebe-se que isso não parou aí ao constatar que, das fotografias, a primeira é a mais ousada. Pois, nela, há um tiquinho de bunda. Ou seja, é o pesadelo de qualquer punheteiro. Somando-se a isso o fato de que a vagina é uma incógnita. Ora que, além de ser “careca”, ela não revela as ninfas. E os seios, embora sejam esculpidos por belos implantes de silicone, materializam o aforismo expresso no artigo relacionado à publicação que a precede: que eles não dizem muita coisa, pois, em algum momento da vida, todo macho já mamou em um.
            Todavia, essa linha editorial não foi salva nem pelo talento de Tony Kelly.
            Tony Kelly que, como fotógrafo, teve seu histórico profissional comprometido. Dado que ele não pode omitir uma marca importante como “Playboy”, em seu currículo, e, em função disso, é obrigado a exaltar, em seu portfólio, um trabalho que não faz jus à sua obra.
            Uma obra que o coloca entre os mestres de uma espécie de neoimpressionismo. Onde, por meio de um jogo de cores, qualquer ideia brota de uma sobreposição de nódoas.
            Ademais, do pescoço para cima, Tamara demonstra ainda ter vários campos obscuros em sua percepção. Como é elucidado pelo texto que acompanha o ensaio. Um escrito de Gavin Edwards que tem como destaque a subsequente declaração dela: “... eu canso de não fazer nada. Eu não posso ficar emendando um período de férias no outro e não ter motivação”.
            O que poderia ser revertido se ela se valesse do poder de seu sobrenome para criar seus próprios desafios. Por exemplo, exercitando sua verve em um país do terceiro mundo.
            Talvez, fomentando algum empreendimento no Brasil.
            De preferência, na cidade de Uru – que, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE de 2010, é o município menos populoso do estado de São Paulo. Onde poderia ser construída uma “Dubai caipira”. Ou, simplesmente, erigido um refúgio para milionários, que querem se embrenhar em uma “vida besta”.
            Por fim, essa publicação é a comprovação de que a máxima que diz que “o que os olhos não veem o coração não sente” não se aplica à realidade do homem. Para quem é mais plausível dizer que “o que os olhos não veem o ‘pau’ não sente”. Assim, fazendo com que a dívida da Playboy, com o leitor, se eleve para R$ 25,80.



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TODA BRASILEIRA... (O Ensaio das Gatas do Casa Bonita para a Playboy)

            “Nem toda brasileira é bunda” da canção “Pagu”, cuja autoria é de Rita Lee e Zélia Duncan, um emblemático verso é. Pois é a constatação de um devaneio feminista que só se firma por ignorar a razão que levou a Divindade a agraciar quase toda brasileira – em geral, as malcomportadas – com um proveitoso rabo. Que era a ideia de transformar o Brasil em um novo Jardim do Éden.
            Mas, como sabido é, tal qual toda bunda, só sai o que não presta da cabeça de quase todo brasileiro. E, por tanto, o projeto divino foi abandonado.
            Por isso é que a edição de Nº 456 da Playboy de maio de 2013 é definida pela palavra “fiasco”. Visto que, como uma consequência dos ensaios de Carol Narizinho e Thaís Bianca, ao viveiro das musas foi: ao programa “Casa Bonita”. Mas não, com coragem. Pois não fez o ensaio fotográfico que se espera de uma revista masculina. E sim, uma extensão do programa. Ou seja, colocou o leitor na condição de um eunuco no harém. Dado que fotografaram catorze mulheres. Mas não há um nu frontal. Uma bunda que sirva de factóide – sim, o famoso par de nádegas cuja cavidade anal foi mutilada pelo photoshop. E quanto aos poucos peitos que aparecem... Bem, são coisas em que qualquer marmanjo, pelo menos uma vez, já mamou.
            Fora o fato de que gastaram o tempo dessas quatorze mulheres.
            Por Thaís Schmitt começando. Sim, por ela que não é uma anônima que um dia tirou a calça e mostrou a bunda. Posto que, na própria revista, o ofício de Coelhinha ela exerce.                  Consequentemente, passando por Thalita Bellotti. Que faz parte de uma nova leva de vedetes: a das musas de entidades “ludopédicas”. Pois foi uma espécie de “Miss Corinthians”, em 2011.
            Enquanto se vê na foto de Monique Maciel a personificação do desperdício. Já que, na capa da revista, ela se destaca de suas três colegas de cena com um par de voluptuosos glúteos.
            Depois, há Luiza Lorellay. Que a Miss Cachoeiras de Macacu em duas ocasiões eleita foi: em 2011 e 2012.
            Igualmente, há Bianca Leão. Outra que se fez no meio boleiro. Ora que, em 2011, foi a musa do Fluminense e, consecutivamente, do Brasileirão.
            Enquanto Andriza Leite fica no rol das desaproveitadas. Pois, além de não ter um passado que lhe pese nas costas, poderia ter tido o futuro assegurado pela exploração de sua seguinte declaração: “Sexo é um teatro, um espetáculo”.
            Entretanto, Renata Leal olha para trás com felicidade. Dado que, em 2009, foi a representante do Atlético Mineiro.
            Agora, tanto quanto Adriza, Alice Ramos teve o porvir (momentaneamente) prejudicado pela parcimônia de imagens e imaginação de quem conduziu o ensaio.
            Ocorrendo o mesmo com Muriellen Rodrigues. Com o atenuante de que a cuja possui um design fisionômico similar ao de Holly Madison – a ex-namorada de Hugh Hefner.
            Ademais, Jessica Amaral é a atração principal do pôster da publicação – uma peça que também é malfeita; já que, por dividir as mulheres em dois grupos, um para frente e outro para o verso, impossibilitou-o de ser enquadrado e pendurado na parede. Sendo que, nele, ela se vale do trunfo que a fez vencer o concurso “Preferência Nacional 2011”: uma bunda com personalidade. E que, em consequência disso, na Playboy de fevereiro de 2012, lhe propiciou um dos melhores ensaios de todos os tempos.
            Contudo, no pior ensaio da história, Estefânia Alves e Kellen Cheque, de igual forma, foram desrespeitadas. Afinal, posaram para a seção das Estrelas; e não, para a seção “água com açúcar” das Coelhinhas.
            Por fim, há duas que também saíram do mundo das bolas: a musa do Santa Cruz, em 2012, Samantha Diniz, e a do Sport e vencedora do concurso “Bela da Torcida”, no mesmo ano, Marianna Rosas.
            De tudo, ficando a expectativa de que a Playboy devolva os R$ 12,90 que cada leitor desembolsou pela revista ou encontre outro meio de indenizá-lo.



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MasterChef Brasil 2017 - Episódio 016 - Parte 002

            Todavia, por ter ficado por último, pelo preço fixo de 10’ do seu tempo, adquiriu Leonardo um carré.             Por 02’...

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